quarta-feira, 10 de setembro de 2008

Diversão: Star Bowling - Campinas

Muito legal!! Apesar de ter acontecido uma tragédia lá, pois imagine só, quebrei duas unhas??? ... quebrei unhas para ainda por cima ser um fiasco!! rs Brincadeiras à parte, foram excelentes os momentos que passei com amigos lá!

Resolvemos ir comemorar os excelentes resultados do ciclo passado numa atividade que integrasse as pessoas. Muita diversão, risos, brincadeiras!! Todo mundo descontraido!




Pessoas amigas com convivência diária, ainda que seja virtual e outra não conhecidas, porém o jogo intregra as pessoas e todos eram amigos.

Valeu Ligia, Marcela, Thais, Clóvis, Paula.

Aliás, vale registrar que o Clóvis arrasou!! acho que quando ele é sócio lá.. sei não! rs




O fato é que eu adorei!
Compensa, viu!!

Então, a pista lá é bem feita, não é daquelas tortinhas que leva a bola para onde quer. Tudo eletrônico, com painel para acompanhar a pontuação!
Ah!! vou dar uma de "metida" agora!! rs Lembrei-me que a primeira vez que joguei boliche foi em Basel na Suiça. Olha que coisa mais chique!! (nunca mais voltei para lá!) e na época, lá era tudo assim e aqui no Brasil a gente tinha que anotar na mão, tudo era mais simples. Isso faz tempo um tempão, foi quando fui visitar minha amiga Léccccccia! mas isto fica para um outro post!
Onde fica??
Parque D. Pedro Shopping - Entrada das Colinas - (19) 3756-9290

segunda-feira, 8 de setembro de 2008

Barzinho: Empório Santa Therezinha


O Empório Santa Therezinha fica na Entrada das Flores do Shopping D. Pedro. Trata-se de uma filial do empório com o mesmo nome que funciona no mercado municipal de São Paulo. Logo, não é coincidência ter pão com mortadela e pastel de bacalhau.
Trata-se de um empório mesmo, desses que a gente vai para comprar azeite, pistache, bacalhau, frios, chocolate. porém com mesinhas e cadeiras para que a gente possa degustar lá mesmo. O local não é grande (48 lugares) e vive lotado.


Uma amigona minha, a Mônica Landgraf marcou seu niver lá e foi legal e bem democrático, cada pode comer o que teve vontade. Família, choppinho, porçãozinha, pastelzinho (que não tem não de "zinho"), bom papo e animação. É como dizem: tem coisas na vida que não tem preço! rs
Para quem não conhece, a Mônica é mãe do Enzo!! Esse menino prodígio é um capítulo à parte, viu?? mais famoso que os pais..

Onde fica?
Shopping D. Pedro - entrada das Flores
http://www.statherezinha.com.br/


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Curiosidades sobre o Bacalhau



Bacalhau é peixe sim!



Vou me explicar: outro dia me disseram que Bacalhau não era um peixe e sim um modo de preparar peixe. Poxa!! e eu que sempre achei que fosse um peixe, fiquei intrigada mas não consegui argumentar. Fui dar uma olhada e graças, Bacalhau é um peixe sim!!


Vamos lá, Segundo o wikipédia, o bacalhau é o nome comum para os peixes do gênero Gadus, pertencente à família Gadidae. Atualmente, este peixe encontra-se em vias de extinção devido ao consumo excessivo, sendo que Portugal é o maior consumidor em nível mundial, possuindo na sua gastronomia centenas de maneiras de confeccionar.

O bacalhau foi introduzido na alimentação inicialmente pelos portugueses, que já o pescavam desde o século XIV, época das grandes navegações. O peixe foi descoberto e era adequado às necessidades da época, como produto não perecível (pelo facto de poder ser salgado, e manter suas características gustativas) que aguentava longas jornadas.



Estamos tão acostumados a ver o bacalhau seco que nem conseguimos imaginá-lo nadando como na foto ao lado. E pensar que a gente nunca vê a cabeça do bacalhau!! rs





Restaurante: Le Chef / Barão Geraldo




Um lugar pequeno e aconchegante. Para ir almoçar ou jantar!

Jeitinho de Bistrô Francês. Os pratos são individuais e servidos com requinte! Sabe?? aquela folhinha, aquele risquinho feito com molho, pratos grandes, tudo arrumadinho... rs pois é.. qualquer prato fica mais gostoso se servido assim, né?? Só de olhar a gente já gosta!

Eu só estive duas vezes e foi uma grata surpresa. Por fora você nem imagina que o local irá te surpreender.
Ainda tem mais um detalhe, lá tem uns pratos executivos que ficam super baratos. Eles servem os executivos tanto no almoço quanto no jantar. No foto acima é a entrada de legumes, depois o prato principal e uma sobremesa. Sai na média por 15,00, a entrada + prato principal + sobremesa. Escolhi essa entrada de legumes, salmão com risoto de rúcula e maça caramelada como sobremesa, tudo isso por R$ 16,90.
Ah! Dizem que o Crème Brullée de lá é maravilhoso, mas não deu para experimentar. O prato já tinha sido farto!

Onde fica??
Rua Agostinho Pattaro, 207 (perto da praça do Coco)
(19) 3289-9414


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Bom.. vou aproveitar e deixar aqui a receita dessa delícia!




Receita de Crème Brullée


600ml de leite
600ml de creme de leite fresco
200g de açúcar
4 ovos
6 gemas de ovo
raspas de limão

Amorne todos os ingredientes em fogo brando, divida em formas refratárias e leve ao forno em banho maria até que fique firme.

Leve para geladeira e antes de servir espalhe açúcar de confeiteiro e queime com o maçarico queime formando uma casquinha caramelada.


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Maçarico na cozinha?



É, maçarico sim!! é um próprio para fazer isso!! Para uso culinário. Quem tem?? acredita que eu tenho uma amiga, chamada Sirlene, que tem isso?? rs O dela é igualzinho esse ao lado, parece um isqueiro gigante! No caso, ela comprou na Tchibo (http://www.tchibo.de/), é mole?? é um site da Alemanha, pelo menos entrega na Europa toda! rs
De fato, é um supérfluo legal de se ter. Dá para fazer frutas carameladas e queijo de coalho. Eu não tenho, antes preciso de muitos outros acessórios na minha cozinha! alías, preciso de uma cozinha! rs

Restaurante: Ópera Morena


Pensando bem, vou ficar muito gorda!! do jeito que ando saindo para comer!!
Mas, vamos lá! É um restaurante temático que homenageia o compositor Carlos Gomes. É bonito e fica no Hotel Mercure.

Nem vou falar muito pois não achei "aquelas coisas", esperava mais. Não que tudo estivesse horrível, apenas o garçom era um pouco confuso e a gente pedia uma coisa e ele trazia outra, além disso o filet mignon não estava bem preparado, o fogo estava frio e deu uma cozinhadinha, sabe? Talvez tenha sido o dia que fomos, sexta feira... talvez falta de sorte, mas... talvez eu não estivesse num bom dia ou tudo isso junto. O fato é que não pretendo voltar tão cedo!
Já que é para compartilhar, vamos compartilhar as experiências não tão boas também!!


Restaurante Ópera Morena
Hotel Mercure
Av. Aquidaban, 400

domingo, 7 de setembro de 2008

Restaurante: Uhlen Haus / Jundiaí






A aparência é de um restaurante alemão típico. Tanto externa quanto interna. Muita madeira, e fotos de Berlim, Stuttgart, enfim, tudo bem tradicional, parece mesmo com os pequenos restaurantes da Alemanha.

O atendimento também é muito bom!

Experimentei o Einsbein Gegrillt e estava muito bom, a carne bem macia e suculenta com a casquinha crocante. O chucrute, também muito bom e bem temperado com as bolinhas de zimbro. O bom é que um prato serve duas pessoas ou uma pessoa que come por duas pessoas!! hehe No caso, tinha companhia para dividir o prato! ufa! rs

Agora, quanto a sobremesa, o Apfel Strudel, esse não foi ruim, mas deixou a desejar. Feito de massa folhada, mas esse é um capítulo à parte, muito dificil encontrar um original.

Onde fica?

R. Marechal Deodoro da Fonseca, 702 - Centro - Jundiaí

quarta-feira, 3 de setembro de 2008

Ganesha

Talvez essa história não tenha muito a ver com "Minhas Andanças", mas estive numa loja dessas que tem coisas do oriente, incenso.. aquela loja Zen, sabe?? vi o Ganesha e lembrei-me de sua história.

Resolvi publicar aqui!





Ganesha é o Deus da Cabeça de Elefante. Conheça esta lenda!

Ganesha pertence à família de deuses mais popular do Hinduísmo. Ele é o filho mais velho de Parvati e Shiva. Parvati é filha dos deuses Himalayas, aquela cadeia de montanhas nevadas, que cobre o norte da Índia. Ela é uma deusa muito graciosa e linda, mãe bondosa e esposa devota. Shiva - bem, até mesmo seus amigos mais íntimos admitem, que ele não é um pai ou marido ideal. Shiva ama sua família de todo coração, mas a sua maneira. O que acontece é que ele não agüenta ficar em casa o tempo todo. Tem alma de aventureiro, gosta de viajar, mas a sua paixão é a meditação e o Yoga. Tanto, que quando absorto meditando, nem um terremoto o perturba.

Shiva e Parvati casados, viviam muito felizes num bangalô no Monte Kailasa nos Himalayas, longe da civilização. Depois de algum tempo, Parvati percebeu que seu marido estava inquieto, ele abria a janela e olhava suspirando os altos picos das montanhas, e ela via nos seus olhos a sombra de um sonho. Ela o amava profundamente, e compreendeu o desejo que o consumia.
Um dia ela disse a Shiva:

- Por que você não viaja por uns tempos? Eu sei que você levava uma vida diferente, antes de nos casarmos. Você meditava, dançava, deve estar sentindo falta de tudo isso agora.

- Não minha querida - assegurou-lhe o marido. - Os velhos tempos acabaram, não sinto falta deles mais.

- E a sua meditação? - ela perguntou. Ela era a sua principal ocupação. - Você é o maior yogui dentre todos os deuses.

Shiva sabia que ela estava certa. Ele desejava mesmo se absorver de novo, pela prática da meditação, e tinha saudades das grutas favoritas das montanhas, onde se sentava para meditar. E depois foi o poder do Yoga, que o transformou num deus tão poderoso. Mas ele ainda hesitou.

- Mas você não vai se sentir sozinha, se eu for?

Parvati lhe assegurou que ficaria bem. Até porque, queria reformar o bangalô, transformar num lugar confortável e bonito onde uma família pudesse morar, um lar de verdade.

Feliz, Shiva colocou sua pele de tigre na cintura, enrolou suas cobras favoritas no pescoço e braços, chamou Nandi, sua vaca, e dando um aceno de despedida partiu montado nela.

- Não me demorarei. - ele disse a Parvati


Só que Shiva é o mais esquecido dos deuses. Quando medita é impossível despertá-lo. Acima do sagrado rio Ganges, Shiva se sentou e começou a meditar. Passaram-se muitos anos, que equivaliam a milhares de anos terrestres, uma vez que o tempo é diferente para os homens e deuses.
Quando finalmente, Shiva levantou da posição de lótus, lembrou-se da esposa que o esperava pacientemente, no Monte Kailasa, e correu de volta para casa.

Neste tempo que Shiva esteve ausente, Parvati fez um lindo jardim em volta do bangalô, costurara cortinas para as janelas e almofadas para o chão, pintara as paredes e as portas. E nem ficou sozinha por muito tempo. Shiva não sabia que tinha deixado sua esposa grávida. Parvati teve um lindo menino, que a manteve bastante ocupada, lhe deu o nome de Ganesha.
Anos se passaram e o deus bebê cresceu e transformou-se num rapaz inteligente e sério, muito apegado a mãe, e que adorava ajudá-la.

Numa manhã de primavera, Parvati estava tomando banho, enquanto seu filho se mantinha perto do portão do jardim. Um homem alto, com longos cabelos presos, um monte de cobras e uma pele de tigre enrolada no corpo se aproximava do portão, e atrás dele uma vaca. Shiva tinha voltado para casa sem se preocupar com sua aparência selvagem.

Shiva parou... - será que esta linda casa era mesmo a sua? E quem seria aquele garoto bonito no portão?

- Deixe-me entrar menino!

- Não, - respondeu Ganesha, franzindo as sobrancelhas para o vagabundo que queria entrar.

- Você não pode entrar! Ganesha se posicionou na porta de espada em punho.

Naquele momento, Shiva estava furioso, seu terceiro olho, do poder, apareceu no meio da sua testa, brilhando como fogo. Em segundos o corpo do menino estava no chão sem cabeça.
Ouvindo vozes Parvati se apressou, horrorizada viu seu filho sem cabeça e o marido que há tanto tempo não via. Chorou amargamente. Exclamou:

- O que você fez?! Este é Ganesha seu filho!

Shiva desculpou-se a Parvati, porém não podia voltar atrás, o que esta feito, esta feito. Mas prometeu a sua esposa que o primeiro ser que visse “dormindo errado” (considerava que aquele que dormia com a cabeça voltada para o sul, estava errado, pois o certo seria dormir com a cabeça voltada para o norte) ele cortaria a cabeça e a colocaria em seu filho.

Então Shiva percorreu milhas e milhas, e encontrou um filhote de elefante dormindo “errado”. Shiva cortou-lhe a cabeça e ao retornar encaixou-a entre os ombros de Ganesha. Inconformada Parvati foi pedir ajuda a outros deuses.

Brahma e Vishnu que são autoridades no Hinduísmo tanto quanto Shiva, ao ver o pobre e esquisito menino com cabeça de elefante, disseram a Parvati que nada poderiam fazer quanto a cabeça de Ganesha, pois não poderiam passar por cima de uma decisão de Shiva, mas poderiam dar à Ganesha poderes, para que ele se transformasse num deus muito querido por todos ou hindus. Ganesha seria sempre reverenciado antes de todas as cerimônias religiosas, seria também aquele que destrói os obstáculos, aquele que trás fortuna...

Parvati sentiu-se aliviada, agradeceu aos deuses, e se foi.

E assim se fez. Hoje na Índia Ganesha é o deus mais adorado, sua imagem é encontrada no painel de todos transportes, na entrada das lojas comerciais, e é realmente lembrado com carinho e devoção em todas as cerimônias religiosas, dando proteção e apoio àqueles que são seus devotos.

Ele é o Deus do conhecimento, sabedoria e removedor de obstáculos. Ele é venerado ou pelo menos lembrado no inicio de qualquer missão ou novo projeto para bênçãos e patrocínio.

Ele tem quatro mãos, a cabeça de um elefante e uma barriga bem grande. Seu veiculo é um pequeno rato. Em uma de suas mãos ele carrega uma corda (para carregar os devotos da verdade), uma machadinha em outra (para libertar seus devotos de apegos e vícios), tem um doce em uma das mãos (para gratificar os seus devotos por suas atividades espirituais), suas quatro mãos estão sempre estendidas para abençoar as pessoas. A combinação de sua cabeça de elefante e um veiculo de pequeno e ligeiro ratinho representa tremenda sabedoria, inteligência, presença de espírito e agilidade mental.

Teatro: O Homem, a besta e a virtude






"É um prazer em dobro ver Duboc passar da doce Pernella à escrachada criada, como duas faces da mesma moeda, assim como ver as diferentes imposturas de Paolino, que Miziara torna irresistível. A semelhança física entre Adorno e o Alberto Sordi, e a pesquisa com o cinema cômico italiano dos anos 50, associados (...) à trilha de Gustavo Kurlat e Ruben Feffer, tornam o espetáculo imperdível. (...) "O Homem, a Besta e a Virtude" cumpre a função de provar que o teatro "comercial", destinado ao grande público, não deve ser sinônimo de caça-níquel, malfeito e burro. Uma montagem para levar a família e despertar a paixão pelo teatro." Sérgio Salvia Coelho, Folha de S.Paulo


Esta é a opinião do Sérgio, e a minha?? gostei da peça, especialmente da Debora Duboc que por sinal é de Ribeirão Preto e também da Unicamp. Foi legal saber que a gente já poderia ter se cruzado no quiosquinho do Gatti (da Unicamp!). Mundo pequeno!


Boa diversão!! Vale a pena ir sim!!